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sexta-feira, 7 de abril de 2017

sexta-feira, 10 de março de 2017

FALECIMENTO DE MANUELA GOMES DOS SANTOS



Faleceu hoje, dia 10 de março de 2017(sexta-feira),  na cidade São Tome, Dona  MANUELA GOMES DOS SANTOS, conhecida por BIBIA, natural de Apodi, nascida a 24 de dezembro de 1940, filha de JOSÉ SABINO DOS SANTOS e de JOANA SABINO. Casou-se em 15 de dezembro de 1959, com JOÃO ALEXANDRE DOS SANTOS, natural de Sousa-PB, nascido a 11 de abril de 1939 e falecido em 24 de janeiro de 1999, filho de FRANCISCO ALEXANDRE DOS SANTOS e REGINA BATISTA DE SOUZA. Mãe de 13 filhos. Há vários anos residia na cidade de São Tomé-Pará. Ela no dia 7 de janeiro de 2011 visitou sua querida e amada terra terra Apodi, visitando os principais pontos turísticos apodiense: BARRAGEM DE SANTA CRUZ, CALÇADÃO e LAJEDO DE SOLEDADE

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Jogador de Apodi, com passagem no Potiguar, ganha destaque nacional

Raimundo Nonato é como um dos muitos nordestinos quando o assunto é futebol. Gosta de equipes do eixo Rio-São Paulo. No caso dele mais precisamente, é um fanático pelo Flamengo, ao ponto de ter pintado de vermelho e preto as paredes de sua casa na cidade de Apodi (RN) e até ter criado urubus em seu quintal.
A paixão é tamanha que encontrou uma maneira bem inusitada de homenagear seu clube de coração e um de seus maiores ídolos. Batizou um de seus filhos nascido em 1995 com o nome de Sávio Flamengo Almeida Dantas.
Para conseguir isso, porém precisou de uma ordem judicial pois o escrivão do cartório não queria fazer o registro. “Ele não queria aceitar de jeito nenhum colocar Flamengo no nome. Deu várias justificativas e mandou eu falar com um juiz para ver se ele autorizava. Por sorte, o juiz também era flamenguista (risos). Ele me deu a ordem, voltei ao cartório e aí fiz o registro sem nenhum problema”, contou Raimundo ao UOL Esporte.
“Convencer a minha esposa não foi tão difícil, pois ela também é flamenguista e naquela época o Sávio estava demais”, completou.
Raimundo sempre incentivou o filho a se tornar um jogador do futebol como o seu ídolo Sávio. E a insistência deu certo. Hoje, Sávio Flamengo defende o Rio Preto e é o vice-artilheiro da Série A2 do Campeonato Paulista, com três gols marcados após seis rodadas.
Com 21 anos de idade, está apenas em seu terceiro ano como profissional. Iniciou a sua carreira no Potiguar de Mossoró (RN) e antes de chegar ao time de São José do Rio Preto não teve sucesso em um teste sub-20 do Corinthians e defendeu o Mirassol.
Por estar atuando profissionalmente, Sávio Flamengo hoje se diz menos fanático pelo clube rubro-negro, mas lembra de sua infância e adolescência no Rio Grande do Norte quando não perdia um jogo pela televisão e sempre que o time jogava no Estado dava um jeito de ir com o pai.
Arquivo Pessoal
Sávio Flamengo quando era criança
“Hoje eu não visto mais a camisa do clube, nem nada, pois sou um profissional. Mas sigo acompanhando os jogos e torcendo, é claro, tenho um carinho especial. Não é tanto como quando eu era criança. Naquela época eu tinha um monte de camisa, cueca, shorts, boné”, disse.
“Até uns 15 anos eu era alucinado. Fui ver jogos no Machadão contra o ABC, contra o América. Também ia com meu pai quando o Vasco jogava lá, pois ele adorava torcer contra (risos)”, afirmou o jogador.
Como não poderia deixar de ser, o sonho do jovem é um dia ter a oportunidade de defender o Flamengo. Atuar em outro clube do Rio, ele vê como algo quase impossível. Seu nome seria o maior empecilho. “Fico pensando aqui né. Acho que em qualquer outro clube de lá as portas estarão fechadas”, disse Sávio Flamengo, que afirmou estar vivendo o melhor momento de sua curta carreira.
Sávio Flamengo também gostaria de ter a oportunidade de conhecer o ex-jogador que lhe rendeu o nom
FONTE - JORNAL DE FATO

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

MARIA DE FÁTIMA GOMES NOBRE




 Natural de Itaú-RN, nascida em 22 de maio de 1955, filha de ANTÔNIO NOBRE DE ALBUQUERQUE (17/07/1910 – 01/01/1993)  e de FRANCISCA GOMES BESSA (16/09/1928 – 16/07/2014). Professora e primeira vereadora de Apodi, eleita em 15 de novembro de 1982, pela legenda do PMDB.
      Seu   saudoso pai  Antonio Nobre, natural de Umarizal-RN, filho de  Antonio Nobre e de  Lídia Gomes de Bessa,  foi para ela um exemplo de vida. Era um homem devoto, muito honrado, muito temente a Deus e ensinou aos seus 12 filhos: FRANCISCO DEASSIS NOBRE (14/08/1947), ELISON GOMES NOBRE (05/09/1948), ERASMO GOMES NOBRE (18/09/1949), EDGAR GOMES NOBRE (29/05/1959),  FÁTIMA NOBRE (22/05/1955), EDVALDO GOMES NOBRE (13/05/1958), LUCINEIDE GOMES NOBRE (13/05/1959), ERIVALDO GOMES NOBRE (14/09/1962), LANUSIA GOMES NOBRE (06/12/1966), LUCILEIDE GOMES NOBRE (06/12/1969) e  LUCIDÁRIA GOMES NOBRE (12/09/1970), a serem obediente não tendo medo dele, e sim total respeito a ele e temente a Deus.
      Sua saudosa mãe Francisca  Gomes, natural de Portalegre-RN, filha de Antonio Bessa e de  Lídia Gomes de Bessa  – um exemplo de vida, era sua maior riqueza,  a qual, Fátima Nobre tem em sua memoria que todas as noites ela reuniam seus 12 filhos para rezar e dizia que eles fossem temente a Deus e nunca fizesse o mal ao seu próximo e ajudasse a quem precisasse.
         Teve uma infância um tanto diferente das crianças de hoje, iniciada na comunidade rural de  Maracajaú, município de Itaú e concluída na cidade de Apodi. Seus brinquedos eram pedaços de madeiras, cigarras e etc, o que ela gostava mesmo desde cedo era de está sempre com papel e um lápis escrevendo. Logo cedo, com apenas sete anos idade ela gostava de brincar de professora de outras meninas e daí aos 13 anos  já era uma professora de reforço, a qual ensinava em sua  casa a outras crianças. Se sente filha de Apodi tendo em vista que desde muita nova  passou a residir nesta cidade.
      Veio morar em Apodi, ainda desfrutando a bonança de sua infância. Fátima foi matriculada no Grupo Ferreira Pinto, onde registra o orgulho de haver estudado com a professora Maria de Lourdes Mota e a alegria de haver concluido o curso primário iniciado na cidade de Tabuleiro Grande.
      Em 1973 foi contratada para ser professora do estado, efetivada no  Grupo Ferreira Pinto, na cidade de Apodi. Aí sim, seu maior sonho foi realizado. Sua classe todos os anos era uma das que tinha o maior número de alunos aprovados. Ela ensinava a seus alunos como se estivesse ensinando a seus  filhos, tendo em vista que trabalhava por amor. Gostava muito, quanto mais trabalhoso fosse o estudante, aumentava a sua dedicação, haja vista, ela achava que ali não precisava só de aprender e sim, de compreensão por parte da educadora.
      Fátima Nobre casou-se em primeiras núpcias  com LUCIANO FRANCISCO DA SILVA, natural de Apodi-RN, nascido em 10 de agosto de 1952, desse consórcio matrimonial teve três filhos: LUCICARLOS SILVA NOBRE, nascido em 4 de junho de 1973 e faleceu em 16 de setembro de 1974; LUCICLÁUDIO SILVA NOBRE, nascido em  2 de fevereiro de 1977 e LUCIANA SILVA NOBRE, nascida em 26 de janeiro de 1978. Ela conta que seu primeiro casamento foi uma grande decepção, haja vista que o homem que escolheu para ser pai de seus filhos era muito  cruel  e sem amor. Ela e seus filhos sofreram muito nas mãos dele, daí resolveu abandoná-lo e seguir em frente com seus filhos, deixando a cidade de Apodi e indo residirem em Mossoró, em seguida retorna a Apodi para solicitar da diretora do Grupo Escolar Ferreira Pinto, na época, a pessoa de  Maria Salomé de Oliveira Pinto, conhecida por Salomé de Jacinto, sua transferência para Mossoró, mas não possível, tendo em vista, de acordo com a direção da escola, que já estava no final do ano e ela iria prejudicar uma classe. Ficou sem saída, sem saber o que fazer. Não podia perder seu emprego, como também, não podia permanecer em Apodi, já que estava sendo  ameaçada de morte pelo seu ex-marido. No dia  2 de novembro de 1978, sofreu 14 cutiladas de faca-peixeira desferidas pelo seu ex-esposo, sendo socorrida pelas pessoas de  PEDRO ENEAS e HÉLIO SENA e atendida na Maternidade Claudina  Pinto, recebendo os primeiros socorros médicos e clínicos através do Dr. Iran Fernandes da Costa. Foi aí que seu sofrimento aumentou, ficando paraplegia, passando a enfrentar vários problemas, o principal,  desenganada pelos médicos, tornando-se um período  muito difícil em sua vida. Teve que separar de seus filhos para ficar internada em hospitais  durante um ano e três meses.
     Teve muito apoio de sua  família e na época conheceu o  radialista José Janildo Belmont, conhecido por Jota Belmont,  locutor da Rádio Difusora de Mossoró, natural de   São José de Campestre-RN, nascido em 17 de  dezembro de   1944, filho de  Severino Costa Belmont e Maria da Conceição do Nascimento,  daí as coisas foi melhorando, apesar de  Jota Belmont não a conhecer, mas deu-a  o total apoio ajudando-a muito em sua campanha política de 1982, a qual foi eleita vereadora em 15 de novembro de 1982, com 553 votos, pela legenda do PMDB, tomando posse em 31 de janeiro de 1983 e concluindo o mandato em 31 de dezembro de 1988, se tornando a primeira vereadora eleita no município de Apodi.
      Como vereadora foi responsável  por alguns projetos em benefício da população apodiense, mas a mais importante foi a fundação da ADRN-Associação dos Deficientes Físicos do Rio Grande do Norte, a qual prestou relevantes serviços ao povo de Apodi. Ela ainda sofre até hoje por causa de não ter  continuado com a ADRN, cuja desistência se deu em  virtude dela não ter sido reeleita vereadora, como também Jota Belmont não ter conseguido sua reeleição para  deputado estadual, o qual ajudava muito a associação, juntamente com o Prefeito Ivo Freire. Sem a colaboração da prefeitura com a nova administração municipal, não  tinha como continuar  com a Associação.
      Ela relata que ao  procurar o  prefeito de Apodi, Dr. José Pinheiro, no sentido do Poder Executivo colaborar com  a associação, ele disse que não podia ajudar a ADRN porque tinha outros projetos. Ressaltando que o único prefeito de Apodi que colaborou com a ADRN foi o Dr. Ivo Freire, filho de Chico Paulo.
     Fátima Nobre disse que vota no município de Apodi e sua família quase toda sempre está em campanha política nesta cidade.
     Em 1990, Fátima Nobre casa-se em segundas núpcias com JOSÉ FERREIRA DE BRITO, natural de Mossoró, nascido em 30 de novembro de 1943 e falecido em 9 de agosto de 2009, filho de  seu Alcindo e de  Luzia Lopes. Desse enlace matrimonial nasceu ANA CLÁUDIA NOBRE DE BRITO, nascida em  7 de maio de 1996.
     Seu segundo esposo era um homem que qualquer mulher gostaria de ter, um excepcional marido, ótimo pai e amigo de todos na empresa que trabalhava, mas infelizmente o destino novamente em  seu encalço, dessa vez com o falecimento de José Brito, ocorrido no dia 9 de agosto de 2009, falecendo vítima de  ataque cardíaco. Uma grande dor para ela e sua filha Ana Cláudia.
        Ana Cláudia, não é diferente de Luciana e Lucicláudio. É uma pessoa maravilhosa. Seus filhos são ótimos, não dão nenhum trabalho e são  atenciosos com Dona Fátima Nobre. Luciana é a que cuida mais da mãe. Vai onde  ela não pode ir e resolve tudo por ela.
            Fátima Nobre tem um grande amor pela cidade de Apodi, cuja reciproca é verdadeira, tendo em vista que o povo apodiense deu total apoio, no que diz respeito dela ser transferida para o Hospital Português, em Recife-PE, passando 10 meses internada. Logo que se recuperou dos membros superiores solicitou da direção  hospitalar  para ir embora porque queria criar seus filhos. Sendo atendida,  daí sim, começou novamente a luta, além de ter sido vitima da violência, enfrentou preconceito de muita gente,  tendo em vista que,    o deficiente é sempre marginalizado e discriminado por boa parte da sociedade.
       Dona Fátima  três netos, sendo eles: ANTONIO NOBRE DE ALBUQUERQUE BISNETO, nascido em 13 de janeiro de 1993 e NADJA RAIANNY BRILHANTE NOBRE, nascida em 24 de abril de 2003, ambos  filhos de LUCICLAUDIO e MARIA VERLÂNIA DIAS BRILHANTE, natural de Apodi, filha de Cícero Brilhante. O terceiro neto e LUCAS GABRIEL NOBRE, nascido em 30 de junho de 2009, filho de LUCICLÁUDIO e a mãe é VILSA CARLOS.
     Fátima Nobre agradece a Deus pela sua belíssima família e acha que a família é à base de tudo. Agradece ao Nosso Senhor Todo Poderoso  por ter dado coragem e sabedoria para criar seus filhos de forma  como  criou. Apesar das consequências ruins acontecidas  em sua trajetória de vida, considera uma mulher muito feliz. Se não tem tudo que queria, mas ama tudo que tem. É católica e gosta muito de ler a Bíblia Sagrada. Gosta de fazer amizade e tem bons amigos que para ela são valiosos. Tem respeito por todos e gosta muito de ajudar a quem precisa dela.
    Atualmente Dona Fátima Nobre reside no bairro Abolição, na cidade de Mossoró, mas o coração está sempre em Apodi

LEI CRIANDO O DISTRITO DE SOLEDADE



LEI Nº 284/97, de  03 de novembro de 1997
Cria o Distrito de Soledade e dá outras providências.
O PREFEITO MUNICIPAL DE APODI/RN. Faço saber que o Poder Legislativo aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 10–Em consonância com o art. 21, da lei Complementar Estadual nº 102/92, fica criado o Distrito de Soledade, constituído de núcleo urbano e Rural, já existentes naquela localidade.
Art. 2º-O Núcleo Urbano do Distrito de Soledade, submeter-se-á as normas disciplinares impostas à Administração Urbana da Sede do Município
Art. 3º-Caberá ao Prefeito Municipal, através de ato regulamentar,estabelecer normas de implantação e funcionamento da administração do Distrito.
Art. 4º-Caberá ainda ao Prefeito Municipal, regulamentar a integralmente, trecho a trecho e indicando os acidentes geográficos.Art. 5º - Fica estabelecido o prazo de 18 (dezoito) meses para o Executivo Municipal implantar, oficialmente, o Distrito como subdivisão administrativa do município;
Art. 6 º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7º -Revogam-se as disposições em contrário.
Palácio Francisco Pinto, em Apodi – RN, em 03 de novembro de 1997.
Evandro Marinho de Paiva
Prefeito Municipal

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